A pessoa mais feliz do ano
Meu melhor, mais maravilhoso, incrível e inesquecível presente de Natal chegou no dia 24 de novembro de 2003. Desde então, quando o mundo se enche de luzes pisca-pisca e aquela euforia natalina toma conta das ruas, eu respiro feliz. Eu acredito em Papai Noel. E, no meu caso, o presente foi muito, muito, muito melhor do que a encomenda.
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Depois daquela manhã de 25 de dezembro, eu posso garantir: Tomé não tem dúvidas da existência do bom velhinho. É que Papai Noel, superando todas as expectativas do meu pequeno, entrou pela janela e depositou no meio da sala, ao lado do sapatinho azul que ele escolheu para ajudar Noel a encontrar sua casa, a tão sonhada, desejada e esperada moto azul. Acho que ele nem esperava mais e já se dava por satisfeito com o livro da casa dos ratinhos, a maleta de DVDs do Cocoricó e o caminhão de plástico da lojinha de R$ 1,99. Mas o olhar arregalado quando deu de cara com aquele trambolho no meio da casa não deixou dúvidas: a pessoa mais feliz do mundo mora lá em casa.
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Esse foi o Natal mais gostoso dos últimos tempos. Apesar da falta que Dunga, Bel e Cia fazem, tivemos uma noite linda, com Tomé feliz da vida por finalmente poder abrir os presentes da árvore da vovó e desfilando pela casa com sua bermuda laranja (Tia Lídia ele ficou lindo demais e de quebra - para minha emoção - ainda disse "vó lida deu"), se achando o cara mais bonito do pedaço e repetindo "Natal Chegou".
Enfim, melhor impossível!


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